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Casos
Luciana veio do outro lado do rio Burunhaem, precisou atravessar a balsa para chegar ao meu consultório já que ela mora em Porto Seguro e eu em Arraial d’Ajuda. Ela decidiu vir após passar uma noite com muita dor sem poder encontrar uma posição confortável para dormir. Ela vinha sentindo dores no braço e pescoço faz tempo, inclusive chegou a perder a sensibilidade de alguns dedos e o pior era não lembrar desde quando.




No momento em que ela começou a me contar do seu problema ficou claro para mim que ela estava sofrendo da chamada “Síndrome de desfiladeiro torácico” ou “síndrome do escaleno”. O escaleno é um músculo, ou melhor, um grupo de músculos que descem pela lateral do pescoço e se inserem na primeira costela após passar por debaixo da clavícula e que colaboram com a inspiração. Os pontos gatilho neste músculo costumam confundir muito aos terapeutas pois não são eles próprios que doem, mas transmitem a dor para longe de sua localização.

Geralmente produzem dor e irradiação ao longo do braço e podem chegar até os dedos da mão, podem produzir dor na lateral do pescoço em direção à cabeça, e costumam gerar uma dor difusa e desesperadora nas costas entre a coluna e a borda da escápula. Raramente produzem dor no peito. Apenas comecei a trabalhar com a minha técnica de “Silêncio Neural”, em poucos minutos e a medida em que ia desativando os pontos gatilho alojados em seu escaleno, Silvana começou a sentir que a dor de seu braço ia diminuindo e que lentamente estava recuperando a sensibilidade dos dedos.

Ao finalizar a sessão ela já não sentia mais dor no pescoço nem no braço, e o mais interessante é que ela havia recuperado totalmente a sensibilidade dos dedos, coisa que ela não sentia faz meses.
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