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Casos
Lourdes chegou hoje no meu consultório com uma dor no ombro e com um diagnóstico feito pelo médico e confirmado com ressonância magnética: ruptura parcial do manguito rotador, bursite e tendinite do supraespinoso. Com um diagnóstico assim geralmente me preparo para ver ate aonde posso chegar com meu trabalho. Não prometo milagres ja que não sou mágico, por enquanto.


Primeira pergunta importante que faço, “como é a sua a dor?, descreva-a“ Preciso entender a dor do meu paciente para assim tentar traçar uma espécie do mapa do tesouro,  para chegar na origem do problema.
Com o diagnostico do médico na mão tento começar pelo óbvio, e fico procurando e liberando os pontos doloridos ou Pontos gatilhos que rodeiam a cápsula articular, principalmente na inserção do supraespinoso no úmero, que fica na face lateral externa.


Enquanto estava liberando os pontos, Lourdes me conta uma coisa que não havia me dito na anamnese inicial, sua dor tinha piorado muito depois de um acesso de tosse no dia anterior. Isso acendeu uma luz de alerta na minha cabeça. Acesso de tose não deveria piorar a dor no ombro! A dor poderia estar vindo de outro lado? Será que estou cavando na procura do tesouro no lugar errado?
Depois de liberar os pontos da cápsula peço a Lourdes para testar o ombro, e nada mudou, a dor continua a mesma. Tosse e ombro não tem relação direita.


Agora, o que pode sim estar conectando uma tosse com uma vértebra é uma dorsal. Peço para ela se sentar e começo a procurar uma vértebra dolorida, e termino encontrando duas, a 3ra e 4ta.
Libero as duas em poucos segundos, peço para levantar o braço e Bingo! O braço levanta com maior liberdade e com apenas 20% de dor. Para uma sessão esta bom, né? Mas como sou insistente procuro algum pontinho de dor no supraespinoso, que acabo encontrando e liberando.


No final Lourdes levantou o braço sem dor, completamente sem dor e com recuperação total da força muscular.


E a ruptura do ligamento? A ressonância mostrava que era real, não foi uma suposição do medico.
Minha conclusão: O problema no ligamento era antigo e Lourdes convivia com ele sem perceber que existia. A origem da dor estava em um bloqueio de uma vértebra dorsal.
Marcamos mais uma sessão para amanhã para completar o tratamento, mas estou seguro que a recuperação vai ser completa.
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Casos



Daniel, que é do Rio de Janeiro, estava passando suas férias no Arraial quando veio procurar a minha ajuda.

Ja faz um ano que ele precisou parar de treinar para uma Meia Maratona a causa de uma dor intensa na perna na altura da articulação do quadril, e que quase lhe impedia de caminhar.

Após um tempo ele consegui ajuda com uma terapeuta de quiropraxia e com outra terapeuta que trabalhava os pontos gatilho com o método de pressão sustentada, e que após 8 meses de tratamento havia conseguido um alivio considerável, mas a dor não desapareceu totalmente, ainda incomodava quando ele caminhava.







Após uma rápida busca consegui localizar vários pontos gatilho no músculo do Glúteo Mínimo. Este é um pequeno músculo que rodeia a capsula articular do fémur, onde o osso longo da perna se junta com o quadril. Os pontos gatilho localizados ali, geram uma dor que irradia para baixo pela perna de forma lateral e também gera uma dor na articulação o que faz com que as vezes os terapeutas confundam isso com uma bursite ou uma artrose.

Foram necessárias duas sessões para poder encontrar e desativar todos os pontos gatilho ja que por ser um músculo pequeno e profundo as vezes a sua localização é dificil, geralmente estes pontos ficam “bem escondidos”.

Com apenas duas sessões o Daniel deixou de sentir as dores que lhe incomodavam por mais de um ano!

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Casos
Luciana veio do outro lado do rio Burunhaem, precisou atravessar a balsa para chegar ao meu consultório já que ela mora em Porto Seguro e eu em Arraial d’Ajuda. Ela decidiu vir após passar uma noite com muita dor sem poder encontrar uma posição confortável para dormir. Ela vinha sentindo dores no braço e pescoço faz tempo, inclusive chegou a perder a sensibilidade de alguns dedos e o pior era não lembrar desde quando.




No momento em que ela começou a me contar do seu problema ficou claro para mim que ela estava sofrendo da chamada “Síndrome de desfiladeiro torácico” ou “síndrome do escaleno”. O escaleno é um músculo, ou melhor, um grupo de músculos que descem pela lateral do pescoço e se inserem na primeira costela após passar por debaixo da clavícula e que colaboram com a inspiração. Os pontos gatilho neste músculo costumam confundir muito aos terapeutas pois não são eles próprios que doem, mas transmitem a dor para longe de sua localização.

Geralmente produzem dor e irradiação ao longo do braço e podem chegar até os dedos da mão, podem produzir dor na lateral do pescoço em direção à cabeça, e costumam gerar uma dor difusa e desesperadora nas costas entre a coluna e a borda da escápula. Raramente produzem dor no peito. Apenas comecei a trabalhar com a minha técnica de “Silêncio Neural”, em poucos minutos e a medida em que ia desativando os pontos gatilho alojados em seu escaleno, Silvana começou a sentir que a dor de seu braço ia diminuindo e que lentamente estava recuperando a sensibilidade dos dedos.

Ao finalizar a sessão ela já não sentia mais dor no pescoço nem no braço, e o mais interessante é que ela havia recuperado totalmente a sensibilidade dos dedos, coisa que ela não sentia faz meses.
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